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A mostrar mensagens de novembro, 2019

Carne, osso e caos

A verdade irá sempre libertar-te.  Desde há uns meses para cá que esta frase ecoa na minha caixa, vinte e quarto por sete. Há males que vêm por bem e este final de ano está a ser revelador. Não tanto sobre os outros, mas acima de tudo sobre mim. Descobri o meu carácter. Com vinte e cinco anos, quase a fazer vinte e seis e a palpitar por estar quase nos trinta (absurdo), hierarquizei a minha escala de valores. Achava eu que já o tinha feito desde que me considero dona de mim, mas verdade seja dita: novembro de 2019 foi o mês em que cimentei no meu interior a minha identidade. E ai de quem ouse tentar voltar a roubá-la! Ou melhor... e ai de mim que volte a permitir que alguém ma roube. Dizem que o amor acontece, que se tropeça nele, tal e qual como se tropeça num paralelo. Não sabemos como, só sabemos que acabamos de quase torcer um pé e isso é razão mais do que suficiente para insultar o chão que, ao contrário de nós, está sempre igual, quieto, parado, confor...