A love story
Sempre foi a mais pequena no meio dos amiguinhos. Pequena em tamanho, mas grande em energia e genica, um dia perguntou se podia ir para a natação. No dia após o sim do pai e da mãe, lá estava ela a chafurdar na piscina, cujo nível da água na parte menos funda lhe dava pelas orelhas. Sem receios ou aflições, quarenta e cinco minutos de aula duas vezes por semana não chegavam para saciar a sua vontade de nadar. Com a mariposa e o bruços gravados no seu padrão motor e as fibras rápidas super desenvolvidas, a escolinha já não era suficiente para a criança espevitada de metro e meio que nunca queria sair dentro de água e que começava a gostar a sério da natação. Eis que criam o clube de natação, com treinos todos os dias e provas em diversos locais ao fim-de-semana. "Mãaaaeee, posso?! Quero, quero, quero!". E, mais uma vez, o sim dos pais deu autorização. A partir desse momento, o cheiro a cloro entranhado no corpo tornou-se vulgar e natural; os banhos de cinco minutos pa...